Os empresários incentivam única e exclusivamente o consumo. Quanto maior, melhor, pois influenciará diretamente nos lucros dos estabelecimentos.
Não importam quais são os valores que devem ser recordados a cada final de ano, não importa o que representa, para a igreja, o período natalino. O sentido da celebração já não é ensinado.

Nos shoppings, desde novembro já se pode ver toda a decoração pronta. O cenário é composto por renas, trenós, estrelinhas, árvores, luzes piscando, o bom e velho Noel com sua longa barba artificial e muita neve. Neve sim! Sem ao menos ser questionada, já que na Bahia não temos nem sinal dela.
O presépio com a imagem do menino Jesus, Maria, José e os reis magos estão lá atrás ou no outro piso, escondidinhos e sem nenhum destaque. Não têm importância para os “marketeiros”. Não incentivam às compras, afinal não cabem muitas sacolas em uma manjedoura.

